Eram todos crianças quando a mãe morreu de um infarto fulminante aos 32 anos.

A mais velha tinha 13 anos e o mais novo, apenas 5 anos de idade. 

O impacto de um desenlace tão prematuro e repentino, caiu sobre todos,que ainda eram tão carentes e necessitados do cuidado materno, tal qual uma bomba!

A família tentava levar a vida dentro da normalidade depois do ocorrido. Havia um apoio mútuo entre todos, e é claro, os mais velhos tinham as maiores responsabilidades.

Sem a presença da mãe, o pai tornara-se o administrador doméstico, solitário e responsável pelo sustento familiar.

A rotina era sempre a mesma: o pai levava os filhos para a escola cedo, e se dirigia ao trabalho, de onde retornava para casa somente às 19 horas.

A empregada era responsável por cuidar da casa, principalmente pela manhã, período em que as crianças estavam na escola, tendo como principal função, a arrumação da casa e preparo do almoço para trupe, a qual seguia a seguinte rotina diária:


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Os 3 irmãos mais velhos que estudavam juntos no mesmo colégio saiam, apanhavam o mais novo em outra escola, para de lá, voltarem todos para casa, no horário do almoço.

Um dia, ao chegarem juntos como de costume, encontraram a empregada na porta da casa, muito nervosa e assustada, dizendo que não trabalharia e nem entraria na casa mais!

Ao ser indagada do porquê de tal decisão, a empregada doméstica contou que ao entrar no quarto das crianças para arrumá-lo, deparou-se com uma mulher de branco, sentada à beira da cama, passando a mão sobre as cobertas, como que apreciando o local.

A empregada até tentou um diálogo, perguntando se a mulher de branco era algum parente, se precisava de algo, de água, café. E para seu espanto, a mulher apenas sorriu e desapareceu completamente.

Ao ouvir o relato da empregada, as crianças também ficaram assustadas e com medo de entrar em casa, mas associaram de imediato aquela aparição, a figura materna recém falecida.

Desde aquele dia, todos tiveram uma certeza: SAUDADE é algo que dói nos dois mundos.

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